Cair de paraquedas só é bom se for de verdade…

Cair de paraquedas só é bom se for de verdade…

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Olá, bem-vindo de volta! Para convencer o leitor de que quem cai de paraquedas em um emprego fazendo o que não gosta ou não tendo habilidade nem interesse para tal dificilmente consegue se manter feliz, preciso voltar no tempo, mais precisamente à segunda metade da década de 90.

Ainda comemorávamos o tetra e a economia do País vivia o início do plano Real (quando dólar e real estavam em 1×1, lembra? Bons tempos aqueles…) Entre o final do ensino fundamental e o ensino médio, comparando minhas notas nas provas de português com as notas dos meus colegas em anos letivos tão difíceis nessa matéria, quando a gente aprende (?) sintaxe e aquelas normas gramaticais terríveis e intermináveis, me convenci de que tinha jeito pra coisa. Sempre tive um desempenho melhor nas matérias de humanas e o resultado das orientações vocacionais confirmavam que eu poderia seguir o caminho da comunicação, apesar de ser uma pessoa introvertida.

guia do estudanteNa edição do ano 2000, o Guia do Estudante me apresentou uma carreira que me pareceu interessante: “Produção Editorial”. Comecei a pesquisar sobre aquilo, as possíveis oportunidades de trabalho, detalhes da profissão, mas como a faculdade era longe de casa e eu não teria muitas oportunidades de escrever, optei pelo jornalismo, por acreditar que poderia desempenhar diferentes funções ao longo da carreira e teria maior chance de conseguir um emprego; preocupação das mais importantes de quem vai cursar uma faculdade, especialmente nos dias de hoje. Não me imaginava trabalhando na frente das câmeras, pelo contrário, meu objetivo era trabalhar na redação de uma revista semanal. Naquela época, eu ainda não tinha ouvido falar em assessoria de comunicação.

Se eu não tivesse feito essa escolha, muito provavelmente não estaria aqui, escrevendo esta coluna, e não me sentiria tão realizada profissionalmente…

Ah, sobre o paraquedas, posso comprovar a afirmação do título. No Dia das Mães em 2014, véspera da minha prova prática para o concurso da Câmara de Sorocaba, ganhei de surpresa do meu marido um salto de paraquedas. A intenção dele era que eu liberasse todo o nervosismo e a adrenalina antes da prova. Eu topei, claro. Deu super certo!

Excelente semana e até a próxima!

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