Consciência cidadã e ambiental

Consciência cidadã e ambiental

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Por Ângela Fiorenzo

Ouvi o som primeiramente, semelhante a um sugador. A curiosidade falou mais alto, saí da sala e fui surpreendida, de maneira positiva, com o que vi: um caminhão no estacionamento da Câmara, próprio para transportar o equipamento, uma máquina para receber o gás, um sugador ou triturador, talvez, não sei o nome, cilíndrico e alto, “engolindo” as lâmpadas fluorescentes queimadas. O trabalho era feito cuidadosamente por dois funcionários da Eco Processos – Tratamento de Resíduos Industriais, devidamente protegidos, com roupas próprias e máscaras, tendo em vista o risco que o mercúrio oferece à saúde. Perguntei sobre a taxa de adesão a esse descarte e fui informada de que o número de empresas interessadas em proceder à destinação correta dessas lâmpadas em desuso, vem aumentando. Um bom sinal! Precisamos mesmo, e com urgência, de atitudes responsáveis, conscientes, como essa! Não há mais tempo de esperar o futuro para ações ambientais, o futuro chegou e está diante dos nossos olhos, para aqueles que enxergam e para outros que cruzam os braços e fecham os olhos para não ver, o que é uma grande perda, uma pena. Práticas, duráveis e econômicas, as lâmpadas fluorescentes, comparadas às incandescentes, se apresentam esses pontos positivos, possuem também os negativos, entre eles, a facilidade para quebrarem tornando-se um perigo por conta do mercúrio no seu interior, um metal pesado e tóxico, que também tem o chumbo em sua composição.

Segundo o site eCycke sua pegada mais leve, na questão ambiental, quando o mercúrio é despejado de maneira irregular em rios, por exemplo, ele volatiza e passa para a atmosfera, causando prováveis chuvas contaminadas. Pode acontecer também de microorganismos absorverem o mercúrio, tornando-o orgânico em vez de metálico. Animais aquáticos e plantas podem reter o mercúrio e assim contaminar o meio ambiente sem que exista chance de erradicação.”

 

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