PRÊMIO JORNALÍSTICO ASI/SCHAEFFLER

O Prêmio Jornalístico “ASI / SCHAEFFLER de Direitos Humanos” foi instituído em 2001, pela Associação Sorocabana de Imprensa, na gestão do ex-presidente Paulo Fleury, resultado de uma conversa entre o diretor da ASI, jornalista e publicitário Rui Albuquerque, e o diretor presidente da Luk, atualmente Schaeffler, Romeu Massoneto.

A ideia do patrocínio à premiação agradou o empresário e assim, ficou instituído o Prêmio Jornalístico ASI/Schaeffler de Direitos Humanos, inspirado no Prêmio Jornalístico “Vladimir Herzog” – de Anistia e Direitos Humanos, criado pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo,  para reverenciar a memória do jornalista Vladimir Herzog, preso, torturado e morto nas dependências do DOI-CODI, em São Paulo, no dia 25 de outubro de 1975.

O Prêmio Jornalístico “ASI / SCHAEFFLER de Direitos Humanos” premia as melhores matérias nas áreas de Jornalismo Impresso e Eletrônico, Radiojornalismo, Telejornalismo, Fotojornalismo e Reportagem Cinematográfica, cujo foco seja a promoção dos direitos humanos e sociais.

Em 2011, atendendo a pedidos, foi criada a Categoria “Estudante” que premia os melhores trabalhos veiculados nas mídias próprias das universidades com curso de Jornalismo em Sorocaba, ou nos veículos de comunicação do município e que sejam de autoria dos alunos participantes dos programas de estágio desenvolvidos por essas empresas.

A Categoria Estudante abrange todas as mídias (impresso, eletrônico, digital) e o troféu homenageia o ex-presidente Paulo Fleury, falecido em 17/10/2009.

Categorias & Troféus

Rádiojornalismo – Troféu “Ulderico Amêndola”

Fotojornalismo – Troféu “Álvaro Zalla”

Telejornalismo – Troféu “Marcos César”

Jornalismo Impresso – Troféu “Vitor Cioffi de Luca”

Reportagem Cinematográfica – Troféu “Freitas Junior”

EstudanteTroféu “Paulo Fleury”

Categoria radiojornalismo

A categoria radiojornalismo recebeu o nome de Ulderico Amêndola, escritor, pesquisador e humanista, autor de novelas e ator em algumas. Reconhecido pelo talento, trabalho e dedicação.

Categoria fotojornalismo

A categoria fotojornalismo recebeu o nome de Álvaro Zalla. Pela perfeição do seu trabalho, conhecido pela excelência profissional.  Álvaro Zalla brilhou na imprensa e publicidade sorocabana, contribuindo muito como chefe das oficinas do cruzeiro do sul.

Categoria telejornalismo

Marcos Cesar, conhecido por ari madureira, expoente da tv record nos anos 60, produtor  inúmeros textos para famosos humoristas, um deles, Chico Anísio.

Categoria impresso e eletrônico

A categoria impresso e eletrônico recebeu o nome de Vitor Cioffi de Luca, fundador do jornal diário de Sorocaba, um apaixonado pela imprensa que dedicou grande parte de sua vida a formar e a informar cidadãos, através da comunicação séria e com o compromisso da fidelidade.

Categoria cinematográfica

A categoria cinematográfica recebeu o nome de Luiz da silva Freitas junior, diretor do filme “não matarás”, que lançou a poetisa sorocabana landa lopes como atriz, além de se destacar como profissional de rádio, publicidade e jornal. Expoente na comunicação, marcou seu tempo com sucesso.

Prêmio Tim Lopes

O prêmio ASI/Schaeffler de direitos humanos concede o prêmio especial Tim Lopes, em homenagem ao jornalista que era unanimidade entre os colegas, conhecido e admirado por suas reportagens brilhantes, sua coragem, seu jeito humilde e brincalhão. Aos 51 anos, segundo depoimentos colhidos, Tim Lopes foi torturado e morto no rio de janeiro.

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